
Um garoto de apenas oito anos é esquecido por sua família na partida para uma viagem e se vê sozinho com dois ladrões que estão tentando invadir a sua casa. Todo final de ano, o filme "Esqueceram de mim" é reprisado na TV aberta.
Diferente da ficção, muitas crianças são esquecidas de verdade pela família, pela sociedade. Num levantamento realizado pelo jornal de Goiás - Correio Braziliense - foi revelado que o número de adolescentes infratores com idade entre 12 e 13 anos triplicou na capital do Brasil entre 2000 e 2006.
A matéria, realizada pelos jornalistas Ana Beatriz Magno e Jose Varella, foi intitulada "Anjos do Ódio" e logo na introdução mostra números que evidenciam como as crianças abandonadas reagem perante a falta de políticas públicas eficientes.
"Eles mataram antes do 16. Venderam do branco e do preto antes dos 15. Sequestraram antes dos 14. assaltaram, furtaram e dormiram atrás das grades antes dos 13. Cheiraram Tinner, fumaram merla, visitaram o pai na prisão, perderam a mãe e a inocência antes dos 12".
Foram 10 garotos e uma garota entrevistados, o primeiro acha que está com 7 anos, viu sangue pela primeira vez aos 3 anos de idade quando sua mãe foi assassinada. O último tem 19 anos, viu seu pai pisotear um crânio de bebê, quase foi morto na prisão e matou um inimigo.
Os dois entrevistados somados a parcela de crianças que vivem em estado de pobreza no Brasil, correspondem a realidade de 27,4 milhões de crianças, segundo relatório da ONU.
Para a situação da infância no Brasil avançar, é preciso que governos, empresários e a sociedade civil assumam sua parcela de responsabilidade e contribuição, pois só assim histórias com final feliz deixarão de ser somente ficção.
Diferente da ficção, muitas crianças são esquecidas de verdade pela família, pela sociedade. Num levantamento realizado pelo jornal de Goiás - Correio Braziliense - foi revelado que o número de adolescentes infratores com idade entre 12 e 13 anos triplicou na capital do Brasil entre 2000 e 2006.
A matéria, realizada pelos jornalistas Ana Beatriz Magno e Jose Varella, foi intitulada "Anjos do Ódio" e logo na introdução mostra números que evidenciam como as crianças abandonadas reagem perante a falta de políticas públicas eficientes.
"Eles mataram antes do 16. Venderam do branco e do preto antes dos 15. Sequestraram antes dos 14. assaltaram, furtaram e dormiram atrás das grades antes dos 13. Cheiraram Tinner, fumaram merla, visitaram o pai na prisão, perderam a mãe e a inocência antes dos 12".
Foram 10 garotos e uma garota entrevistados, o primeiro acha que está com 7 anos, viu sangue pela primeira vez aos 3 anos de idade quando sua mãe foi assassinada. O último tem 19 anos, viu seu pai pisotear um crânio de bebê, quase foi morto na prisão e matou um inimigo.
Os dois entrevistados somados a parcela de crianças que vivem em estado de pobreza no Brasil, correspondem a realidade de 27,4 milhões de crianças, segundo relatório da ONU.
Para a situação da infância no Brasil avançar, é preciso que governos, empresários e a sociedade civil assumam sua parcela de responsabilidade e contribuição, pois só assim histórias com final feliz deixarão de ser somente ficção.

Um comentário:
Yumi você começa um texto de uma forma tão leve que uando a gente percebe qual é o assunto até levamos um susto rsrs
Ainda não li essa reportagem completo, fiquei com mais vontade ainda, me empresta? hehe
Postar um comentário